sexta-feira, 11 de maio de 2007

"Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora..."

-

Às vezes eu venho aqui escrever um monte de coisas e nada sai.

¬¬'


domingo, 29 de abril de 2007

"Calo-me.
Por um bom tempo será assim.
Palavras não têm importância - não agora.

Não é pensar. Não é entender." (Olga)

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Pela primeira vez estamos perto e não estamos juntos.

-
Horrível.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

"Eu gosto tanto de
você

Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de
acontecer


Eu acho tão bonito
Isto de ser abstrato
baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer

Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer

Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
...
E eu vou
sobreviver..."



-

Talvez fosse melhor se tivéssemos sabido permanecer apenas nas idéias...tão intimamente nossas, desde o princípio. (Eu não queria não ter vivido tudo o que a gente viveu...)

Chega a ser engraçado nós termos concluído, logo na primeira conversa, que éramos, os dois, sem limite, intensos (pra tudo e com tudo!) e que essa impaciência, essa ansiedade toda, poderia ser um perigo, para nós e para os outros.

Corremos riscos inutilmente, nos tentamos, nos sufocamos com nossas próprias atitudes, com as nossas palavras, já sabendo que o futuro seria curto demais e só poderia ser vivido se forçássemos as nossas consciências e as subjulgássemos às nossas vontades.

Dito e feito.

Nosso erro foi ir até o meio do caminho.
Nosso erro foi parar no meio do caminho.

Fizemos tudo pela metade, indo contra as nossas características extremas. Tudo demais, sempre e mais..., mas PELA METADE. Oscilamos entre o certo e a vontade como duas crianças indecisas entre chocolate e sorvete. Chegamos na beira do abismo, ficamos com um pé só no chão e, ainda assim, meio desequilibrados, nos viramos.

Viramos, sem querer, as costas um pro outro. Tentando, fingindo não sentir, não querer. Tentando, fingindo viver o que é certo, o que a gente se acustumou a ser, a ter.
E não que seja pouco (de forma alguma!). Nós vivemos situações parecidas: pessoas especiais cruzaram nossos caminhos, percorreram muito ou pouco tempo ao nosso lado, são importantes para nós dois.
Depois, nos cruzamos, num caminho confuso, que parece não estar totalmente construido (e o fim não chegou.). Nos cruzamos e somos, de uma forma inexplicável, um par imperfeito de um sentimento perfeito, perfeitamente sem nome; somos um par perfeito de devastação interna e, de uma forma problemática, externa também.

-
Ainda é cedo, mas eu já tenho saudades (e vontades, e verdades, e desejos...)

-

quarta-feira, 25 de abril de 2007

"Well I guess I'm not that good anymore."

(Always).


Se é pra ser assim, eu vou deixar ser.
Cansei. Parei. Surtei.

-
A nossa falta de limites me consome, me devora, me apavora.
-

Eu só não quero que sejamos qualquer coisa...

-
Me machuca saber que eu vou gostar sempre.

terça-feira, 24 de abril de 2007

(ser), *se* com você.

...
Se é pra desabar, que as palavras venham todas enxarcadas.
-

Hoje foi um dia daqueles.

[Daqueles que a gente sabe que vai chegar. Daqueles que a gente vê, de longe, chegar.]

Aí, quando chega, a gente se queima, se machuca. Acha um pouco de graça e morre de ódios mortais e amáveis. Hoje chegou e foi sufocante, como eu já previa.

-

(Só pra constar: de hoje eu não tiraria nem a Marian'E'. Foi erroneamente PERFEITO.)

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Poder, pode.
Mas acho que não dá.
E, se desse também, vai saber.
Vai saber, se a gente ia querer.
Se a gente ia saber.

Vai, vai saber...
Pode ser que (h)aja.
Pode ser que não.
Vai, vai saber.
Ainda há de haver!

-

'Se afobe não...
nada é pra já!'