Hoje eu me igualei a ela. (Logo a quem eu, na minha imensa certeza de maturidade, chamei de "menina".)
Bom, pago agora as minhas contas, igualando-me novamente a ela ao escrever um pedido de desculpas e uma explicação sobre uma atitude quase, ou totalmente, sentimental, diferentemente dela, que ao escrever justificou atitudes físicas. (Será que eu me fiz entender?)
Explico, mantendo a filosofia da verdade camuflada pelos risos, dizendo que estou no meu limite. Eu resisto às nossas sitações, até mesmo às nossas aproximações..., só não resisto mais a mim, ao meu sentimento/vontade. E, então, tudo bem se não for pra ser. (Nós só não podemos nos "dizer coisas que não são boas de ouvir" como fizemos a pouco.
Finalmente, peço desculpas por alguma palavra mal colocada que o tenha machucado e, também, por tê-lo feito entrar, junto comigo, numa história que já se iniciou cheia de fim.
Eu continuo encantada pela forma como você me deixa ser, me impolga em ser e me satisfaz, simplesmente sendo. (Você sabe do meu gosto pela intensidade...eu já te falei sobre isso alguma vez.). Encantada pelo jeito como fala dos meus sonhos e os valoriza, como se fossem até seus.
É.
É isso mesmo.
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